“Terceirização não pode rimar com escravidão”, afirma vereador soteropolitano Hilton Coelho

 

Hilton Coelho: “A terceirização utilizada em larga escala pelo governo estadual, em especial na Secretaria de Educação, demonstra a omissão dos gestores e a ganância patronal. Para os trabalhadores a terceirização virou sinônimo de escravidão.".
Hilton Coelho: “A terceirização utilizada em larga escala pelo governo estadual, em especial na Secretaria de Educação, demonstra a omissão dos gestores e a ganância patronal. Para os trabalhadores a terceirização virou sinônimo de escravidão.”.

O vereador Hilton Coelho (PSOL) manifestou seu apoio aos trabalhadores terceirizados que há dois dias se mobilizam e se manifestam em Salvador e diversas outras cidades da Bahia. Os trabalhadores reivindicam os salários atrasos e o pagamento dos demais direitos trabalhistas sonegados pelas empresas. “A terceirização utilizada em larga escala pelo governo estadual, em especial na Secretaria de Educação, demonstra a omissão dos gestores e a ganância patronal. Para os trabalhadores a terceirização virou sinônimo de escravidão. Manifestamos nossa irrestrita solidariedade aos trabalhadores em luta”, disse.

“A terceirização é um dos maiores ataques patronais para aumentar a exploração e assim, aumentar seus lucros. Os terceirizados não têm os mesmos direitos e não há nenhum comprometimento de que recebem os mesmos salários dos concursados. Se o governo estadual contrata as empresas, por que então não fiscaliza se os direitos trabalhistas estão sendo respeitados? As empresas não pagam os salários e atrasam os vales alimentação e transporte dos trabalhadores. Isso acontece com praticamente todas as empresas terceirizadas. Até quando o governo estadual, atualmente gerido pelo PT e seus aliados, encararão como naturais ataques aos direitos dos trabalhadores?”, questiona Hilton Coelho.

O psolista reafirma sua solidariedade aos trabalhadores em luta. “Os estudos do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam que o trabalhador terceirizado tem uma maior rotatividade e são os que mais sofrem acidentes do trabalho e doenças ocupacionais e possuem 72,5% menos direitos trabalhistas do que os outros. Todos os ônus da terceirização são jogados sob os trabalhadores. Basta de exploração e desrespeito aos direitos trabalhistas. Nosso mandato coloca-se de forma irrestrita ao lado da luta justa e necessária dos trabalhadores para manter e ampliar direitos conquistados”, finaliza Hilton Coelho.


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