Obras do Metrô: exemplo da incompetência na aplicação do dinheiro público na gestão do governo Wagner

No próximo dia (19/01/2009) estarão chegando à capital baiana os três últimos trens que irão completar a frota de seis veículos do futuro metrô de Salvador. As máquinas irão se juntar às outras que foram entregues no dia 7 de novembro de 2008 e estão depositadas no pátio de uma empresa de logística no Centro Industrial de Aratu (CIA), em Simões Filho. Desde 1999 a população espera pelo fim das obras do metrô, que durante a realização das obras, vem sendo apontados inúmeras irregularidades como desvio de recursos, entre outras falcatruas. Além de já terem reduzidos em 50% a extensão das linhas do metrô, conforme estava previsto inicialmente.

Os trens parados e sem uso, associado à lentidão e a incompetência administrativa da gestão do atual governo se torna sinônimo da aplicação de gasto irresponsável na aplicação correta do dinheiro público. Com a chegada das novas composições, subirá de R$ 40 mil para R$ 80 mil o valor pago mensalmente pelo aluguel da estadia dos vagões. O custo sai dos cofres da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), que contratou a Estação Aduaneira do Interior (Eadi) para guardar esse patrimônio. Comprados por 50 milhões de dólares (todas as seis composições), o valor da estadia não estava previsto no contrato de aquisição, assinado em 2003.


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