Feira de Santana: vereador critica comerciantes por uso indevido do solo

Cadmiel Mascarenhas: infelizmente, têm pessoas que não sabem viver em sociedade e coletividade e se acham donas de espaços públicos.
Cadmiel Mascarenhas: infelizmente, têm pessoas que não sabem viver em sociedade e coletividade e se acham donas de espaços públicos.
Cadmiel Mascarenhas: infelizmente, têm pessoas que não sabem viver em sociedade e coletividade e se acham donas de espaços públicos.
Cadmiel Mascarenhas: infelizmente, têm pessoas que não sabem viver em sociedade e coletividade e se acham donas de espaços públicos.

O vereador Cadmiel Pereira (PSC), destacou em seu discurso na Câmara Municipal de Feira de Santana, na manhã desta terça-feira (06/06/2017), que a população de Feira de Santana está tendo seu direito de ir e vir atropelado por comerciantes que estão usando o solo de forma indevida.

“Infelizmente, têm pessoas que não sabem viver em sociedade e coletividade e se acham donas de espaços públicos. É preciso intensificar a fiscalização em determinados locais da cidade, pois alguns comerciantes colocam mesas, cadeiras, sons, balcão, cavaletes ou armam toldos nas calçadas obrigando os pedestres a andarem na rua. O proprietário de um bar na Rua Filinto Marques de Cerqueira armou dois toldos, colocou cadeiras e mesas e acha que é obrigação do seu vizinho entender e atender aquilo que ele quer, mas se fosse uma igreja que fizessem isso estava instalada a III Guerra Mundial”, pontuou.

O vereador atentou ainda para o fato de este mesmo proprietário promover som com música ao vivo aos domingos, atrapalhando o descanso das pessoas. “Domingo é o dia que o trabalhador tem para descansar. Mas, é obrigado a ouvir a chamada sofrência. A poluição sonora aos finais de semana tira a qualidade de vida das pessoas, principalmente quando acontece em áreas residenciais. É um desrespeito para com o cidadão que passa a semana trabalhando”, pontuou.

Para finalizar, o edil pediu que o Departamento de Uso do Solo e de Meio Ambiente façam fiscalizações mais intensidade para que haja mais respeito. “Eles vêm fazendo, mas infelizmente são muitas pessoas desobedecendo às leis. Não quero atrapalhar o comércio de ninguém, mas há se que respeitar a vizinhança”, findou.


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