
Ao anunciar nesta terça-feira (06/07/2019) Medida Provisória (MP) que suspende a obrigatoriedade de empresas publicarem balanço financeiro em jornais impressos diários, o inepto presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ) objetivou atingir a Liberdade de Impresa, fazendo com que fosse retirada parte da receita financeira dos veículos de comunicação que são críticos ao desgoverno que lidera.
Um dos órgãos de impresa atingidos pelo apático Jair de Bolsonaro foi o jornal Correio, diário oficial da família Magalhães, que dentre os herdeiros tem ACM Neto, político de direita, prefeito de Salvador, presidente nacional do Democratas e aliado do decadente presidente de extrema-direita
Demissões
Entre os meses de julho e agosto de 2019, o Correio iniciou uma série de demissões de jornalistas. Pertencente ao grupo econômico da Rede Bahia, o veículo de comunicação dos Magalhães está reestruturando o departamento pessoal com a finalidade de manter as retiradas financeiras do crescente quadro de herdeiros do falecido senador Antônio Carlos Peixoto de Magalhães (ACM †1927 — ★2007), político responsável por construir um império econômico no período em que serviu aos governos ditatoriais do Brasil.
Inimigos das liberdades civis
No contexto, se ainda não ficou claro, a imprensa deve tratar o presidente Jair Bolsonaro, os membros do PSL e apoiadores do desgoverno bolsonarista como inimigos da opinião pública.







