O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afastou ou determinou a aposentadoria compulsória de cem magistrados nos dois últimos anos. Os punidos, porém, continuam recebendo salários e benefícios, apesar de denúncias de fraude ou irregularidades. Segundo o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que preside também o CNJ, as punições aplicadas são as permitidas pela lei que rege a magistratura: — Temos essa sanção como sanção máxima e ela, realmente, é significativa, porque o magistrado deixa de integrar o corpo do Judiciário ativo.










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