Um milhão e meio de pessoas na agricultura familiar são afetadas pela ausência de critérios na importação do coco

Jutahy Magalhães Júnior: “Não estamos assim tratando de uma lavoura de ricos, mas que em sua grandíssima maioria é de agricultores familiares que sentem na pele os efeitos de nossas leis e normas, muitas vezes incoerentes com o que é o certo e o melhor para todos nós brasileiros”
Jutahy Magalhães Júnior: “Não estamos assim tratando de uma lavoura de ricos, mas que em sua grandíssima maioria é de agricultores familiares que sentem na pele os efeitos de nossas leis e normas, muitas vezes incoerentes com o que é o certo e o melhor para todos nós brasileiros”
Jutahy Magalhães Júnior: “Não estamos assim tratando de uma lavoura de ricos, mas que em sua grandíssima maioria é de agricultores familiares que sentem na pele os efeitos de nossas leis e normas, muitas vezes incoerentes com o que é o certo e o melhor para todos nós brasileiros”
Jutahy Magalhães Júnior: “Não estamos assim tratando de uma lavoura de ricos, mas que em sua grandíssima maioria é de agricultores familiares que sentem na pele os efeitos de nossas leis e normas, muitas vezes incoerentes com o que é o certo e o melhor para todos nós brasileiros”

Um novo alerta sobre a concorrência desleal das importações do coco foi feito oficialmente. Os produtos que chegam de países como Indonésia, Filipinas, Vietnã e Sri Lanka não obedecem a padrões de origem, de higiene, segurança do trabalho, transporte e condições fitosanitárias atualmente exigidas no Brasil. As questões trabalhistas, fiscais e tributárias, que contribuem negativamente para a balança comercial brasileira, também estão entre as preocupações. Dessa vez, quem chamou a atenção sobre a problemática foi o deputado federal Jutahy Magalhães Júnior (PSDB/BA), que levou a questão ao plenário, no dia 20 de novembro.

O deputado lembrou que o segmento do coco representa uma grande chance de geração de renda no campo e que os 280.000 estabelecimentos produtores são agricultores familiares, mais de 80 %. São mais de 1.500.000 pessoas envolvidas na produção primária. “Não estamos assim tratando de uma lavoura de ricos, mas que em sua grandíssima maioria é de agricultores familiares que sentem na pele os efeitos de nossas leis e normas, muitas vezes incoerentes com o que é o certo e o melhor para todos nós brasileiros”, afirmou Jutahy Magalhães Júnior.

 


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