Deputado Targino Machado espera aprovação de requerimento na ALBA para caçar supersalários nos três Poderes e critica duramente ausência de parlamentares no plenário

Targino Machado: As aberrações nesta Casa não são de estranhar. O que se há de estranhar nesta Casa, na verdade, é quando as coisas andam nos trilhos. O que se há de estranhar nesta Casa é um plenário cheio.
Targino Machado: As aberrações nesta Casa não são de estranhar. O que se há de estranhar nesta Casa, na verdade, é quando as coisas andam nos trilhos. O que se há de estranhar nesta Casa é um plenário cheio.
Targino Machado: As aberrações nesta Casa não são de estranhar. O que se há de estranhar nesta Casa, na verdade, é quando as coisas andam nos trilhos. O que se há de estranhar nesta Casa é um plenário cheio.
Targino Machado: As aberrações nesta Casa não são de estranhar. O que se há de estranhar nesta Casa, na verdade, é quando as coisas andam nos trilhos. O que se há de estranhar nesta Casa é um plenário cheio.

O deputado estadual Targino Machado, em discurso no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) nesta segunda-feira (19/12/2016), voltou a pedir celeridade da Casa na aprovação do requerimento, solicitado por ele há algumas semanas, para apurar e caçar os supersalários nos três Poderes do estado.

O parlamentar ainda citou a matéria “A farra dos Marajás”, publicada na revista Veja da última semana, em que aponta um juiz federal baiano que recebe quase R$ 200 mil de salários.

“Há três semanas que venho de Feira de Santana para Salvador, abandonando minha agenda das terças-feiras pela manhã, e bato com a cara na porta da sala da Comissão da Mesa Diretora fechada, onde temos lá um requerimento solicitando abertura da Comissão Especial para apurar os supersalários dos três Poderes. E a revista Veja desta semana já traz uma matéria intitulada “A farra dos Marajás”, apontando um juiz federal baiano que recebe R$ 198 mil de salário. Juiz bem-sucedido, com uma conta bancária cheia, e a Assembleia Legislativa da Bahia sem apurar essas imoralidades. Essa Casa precisa dar uma resposta à sociedade”.

Ainda de acordo com Targino, a Casa não vem produzindo como se deveria, prejudicando a população baiana.

“As aberrações nesta Casa não são de estranhar. O que se há de estranhar nesta Casa, na verdade, é quando as coisas andam nos trilhos. O que se há de estranhar nesta Casa é um plenário cheio. O que se observa na Casa são plenários sempre vazios. Eu sabia, e avisei aqui na última semana, que o açodamento para se votar tudo em uma noite daria nisso. Era a fase preparatória para a migração dos deputados que queriam entrar de férias antecipadamente, começar já desde a quinta-feira passada e o povo que se exploda”, disse.


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