Feira de Santana: Debates marcaram Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha

UEFS celebra o dia Internacional das Mulheres Negras latino-americanas e Caribenhas durante seminário.
UEFS celebra o dia Internacional das Mulheres Negras latino-americanas e Caribenhas durante seminário.
UEFS celebra o dia Internacional das Mulheres Negras latino-americanas e Caribenhas durante seminário.
UEFS celebra o dia Internacional das Mulheres Negras latino-americanas e Caribenhas durante seminário.

A celebração do Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha foi marcada pela realização do 3º. Seminário Celebrando o 25 de julho 2019 com o tema “Descolonização epistêmica sob uma perspectiva negra”, coordenado pelo Laboratório de Estudos Conexões Atlânticas e Diáspora Africana: Culturas Afro-brasileira e Indígena (Lecadia), juntamente com a Pró-Reitoria de Políticas Afirmativas e Assuntos Estudantis da Universidade Estadual de Feira de Santana (PROPAAE/UEFS), com o intuito de gerar reflexões sobre a história de luta das mulheres negras em Feira de Santana e na Bahia.

Na abertura do evento, o reitor da UEFS, Evandro do Nascimento, parabenizou a realização da atividade definindo-a como importante pela socialização do conhecimento produzido e pela provocação de reflexões de temas relevantes no contexto social, político, econômico, cultural e existencial.

Hoje é dia de celebrar a resistência da mulher negra na América Latina e no Caribe, defendeu Sandra Nivia Soares, pró-reitora da PROPAAE, destacando “as especificidades das mulheres negras, que em geral nas Américas, são originarias de outras negras que formam desterradas e que estão, em quase sua totalidade, em função de um passado de escravidão”.

A data foi criada em 1992, durante o 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, na capital da República Dominicana, Santo Domingo. A celebração acontece em razão da luta e da resistência da mulher negra e já faz parte do calendário pela sua suma relevância social e política.

O Seminário contou com mesas redondas, debates, relatos de experiências, conferências, intervenções culturais, entre outras atividades. A professora Ivy Guedes uma das palestrantes convidadas, falou sobre a importância do tema do evento: “Nossa reflexão vem do contexto político marcado pelo protagonismo das mulheres negras e o movimento por elas liderados de empoderamento. Essa celebração, qual estamos todas envolvidas, se dá através do compromisso de uma agenda essencial, com o debate sobre descolonização epistêmica sob uma perspectiva negra”.

Maria Eduarda Aragão, estudante de Pedagogia, participou do seminário e relatou a necessidade do compartilhamento de informações sobre aceitação e construção da identidade da mulher negra como tarefas do cotidiano acadêmico.


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