O presidente do Partido Liberal (PL) na Bahia, João Roma, anunciou oficialmente neste sábado (26/08/2023) que o engenheiro Chico França será o pré-candidato do partido à prefeitura de Itabuna. A confirmação foi feita durante uma entrevista à Rádio Interativa FM, na qual Roma destacou a aliança e o aval do Dr. Mangabeira e da executiva do PL no estado da Bahia para essa indicação.
Roma ressaltou que a pré-candidatura de Chico França já tem repercutido positivamente em Itabuna. Ele explicou que o partido está em processo de estruturação na cidade e que, embora ainda não tenha sido marcado um evento para o lançamento oficial da candidatura, a filiação de França foi realizada e as propostas estão sendo construídas de forma alinhada. O líder do PL reforçou o compromisso de apresentar uma candidatura viável.
Durante a entrevista, João Roma também comentou sobre a situação financeira das prefeituras durante o governo anterior do PT. Ele mencionou que prefeitos de todo o país estão ressaltando a redução do repasse de recursos e destacou que, segundo sua avaliação, o governo Bolsonaro foi um período mais favorável para as prefeituras. Roma enfatizou que, em Itabuna, recursos foram enviados mesmo em momentos difíceis, independentemente da coloração partidária.
O ex-ministro da Cidadania também abordou a importância da participação da sociedade na vida pública, especialmente para garantir que as necessidades da população sejam atendidas. Ele fez críticas ao governo anterior e afirmou que o PL na Bahia está se organizando em torno das pautas que considera essenciais.
Sobre a inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro, João Roma salientou que essa questão não define o cenário político para 2026. Ele mencionou a possibilidade de o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ser um presidenciável que defenda as bandeiras trazidas por Bolsonaro. Roma também expressou sua preocupação com a atuação do judiciário e a instabilidade que, segundo ele, o ativismo judicial pode causar na sociedade.
O presidente estadual do PL concluiu a entrevista reafirmando que o poder judiciário não afeta apenas um indivíduo, mas a sociedade como um todo. Ele criticou o que chamou de “poder judiciário persecutório” e afirmou que é importante valorizar os esforços de pessoas que contribuíram para o bem do povo brasileiro.








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