Em Brasília, governador Jerônimo Rodrigues participa do encerramento da Marcha das Margaridas; Presidente Lula participou do ato

Em Brasília, presidente Lula e governador Jerônimo Rodrigues participaram da cerimônia de encerramento da 7ª Marcha das Margaridas.
Em Brasília, presidente Lula e governador Jerônimo Rodrigues participaram da cerimônia de encerramento da 7ª Marcha das Margaridas.

O governador Jerônimo Rodrigues participou do evento de encerramento da 7ª Marcha das Margaridas, ocorrido na manhã desta quarta-feira (16/05/2023), em Brasília. A atividade reuniu mulheres agricultoras, que protagonizaram uma caminhada partindo do pavilhão do Parque da Cidade com destino à Esplanada dos Ministérios.

A Marcha das Margaridas é realizada a cada quatro anos, sempre em agosto, honrando o legado de Margarida Alves, trabalhadora rural nordestina e líder sindical que foi tragicamente assassinada em 1983, neste mês, por motivos políticos. Margarida desafiou as convenções de gênero, ao presidir, por 12 anos, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, na Paraíba.

Jerônimo Rodrigues ressaltou a importância do evento em defesa das mulheres que vivem no campo.

“A Marcha das Margaridas é uma demonstração do poder que surge do coletivo e da destacada liderança feminina. Gostaria de expressar minha gratidão a todas as Margaridas que vieram da Bahia para prestigiar este magnífico encontro aqui em Brasília. Hoje, tive a honra de estar ao lado do presidente Lula na entrega de respostas concretas às pautas relevantes e estratégicas apresentadas pelo movimento”, destacou o governador.

O evento quadrienal leva a Brasília demandas políticas das mulheres que representam as áreas rurais, florestais, da água e urbanas. Este ano, com o lema “Pela Reconstrução do Brasil e pelo Bem Viver”, a edição traz temas que giram em torno da erradicação da fome, crise ambiental, violência contra mulheres e desigualdades.

Diante de aproximadamente 100 mil mulheres, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abordou em seu discurso questões de violência política, relembrando seu período de prisão em Curitiba, e evocou a trágica morte de Margarida Alves, trabalhadora rural paraibana assassinada a tiros em sua residência em 1983.

“A única razão pela qual eu voltei a ser presidente da República desse país foi para provar ao mundo que esse país tem condição de tratar o seu povo com respeito. Esse país pode cuidar da saúde das crianças, do trabalhador e das mulheres”, completou o mandatário.


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