Na manhã desta segunda-feira (27/05/2024), professores da rede pública municipal de Feira de Santana se reuniram em protesto, exigindo o direito à antecipação do pagamento dos precatórios do Fundef, proposto pelo Governo Municipal. A discordância surge com a postura da APLB/Sindicato, que parece rejeitar essa medida. Por lei, os precatórios do Fundef são um direito adquirido pelos professores que atuaram nas escolas públicas entre 1997 e 2006, e os manifestantes alegam que a proposta da APLB de “democratizar” os valores recebíveis não reflete essa realidade.
A revolta dos professores é evidente, com acusações direcionadas à presidente da APLB, Marlede Oliveira, que estaria propondo uma divisão dos recursos entre aqueles que não teriam direito legal aos precatórios. Para garantir o direito à antecipação, os professores recorreram ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais e assinaram um abaixo-assinado cobrando o cumprimento da proposta do Governo Municipal.
A presidente da APLB, Marlede Oliveira, é alvo de duras críticas por parte dos professores, que a acusam de agir contra os interesses da categoria em um ano eleitoral. A insatisfação é evidente entre os educadores, que veem a situação como uma tentativa de barganha política. Enquanto isso, o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Hamilton Ramos, afirma estar acolhendo as reivindicações dos professores e destaca a proposta da Prefeitura de realizar uma consulta pública com bancos para escolher a instituição financeira mais vantajosa para antecipação dos pagamentos, em contraposição à abordagem do Governo do Estado.
*Com informações do site Sem Censura.







Deixe um comentário