O secretário de Relações Institucionais da Bahia (Serin), Adolpho Loyola, rebateu nesta quarta-feira (14/01/2026) as críticas feitas por partidos de oposição às obras executadas pelo Governo do Estado. Em entrevista à Rádio Baiana FM, Loyola afirmou que os ataques têm origem no desconforto dos adversários com a intensa agenda do governador nos municípios e com um modelo de gestão voltado à presença territorial e à execução direta de políticas públicas.
Segundo o secretário, a oposição não consegue acompanhar o ritmo adotado pelo governo estadual, marcado por visitas frequentes às cidades do interior, inaugurações de obras e contato direto com a população. Para ele, as críticas não se sustentam diante da execução de projetos e investimentos em áreas consideradas prioritárias pela atual administração.
Ao contextualizar o embate político, Loyola enfatizou que a estratégia do governo tem sido manter o foco na entrega de resultados, independentemente do discurso oposicionista. Na avaliação do secretário, o contraste entre modelos de gestão explica o tom das críticas recentes.
Críticas da oposição e resposta do governo
Durante a entrevista, Adolpho Loyola afirmou que o incômodo da oposição está relacionado à diferença de postura entre os grupos políticos. Segundo ele, enquanto adversários mantêm uma atuação distante das bases, o governo estadual prioriza a presença física do governador nos municípios e o acompanhamento direto das demandas locais.
“O que dói na oposição é que eles não têm a mesma energia que este governador tem”, declarou o secretário, ao comentar as críticas. Na sequência, utilizou uma metáfora para ilustrar o contraste entre os modelos de atuação política, afirmando que setores da oposição estariam “acostumados ao mármore e aos palácios”, enquanto o atual governo teria uma atuação “pé no chão”, voltada para a realidade cotidiana da população.
Loyola sustentou que essa diferença de abordagem explica a reação negativa de adversários diante da agenda intensa do Executivo estadual, especialmente em regiões do interior, onde obras e ações governamentais têm sido anunciadas ou executadas.
Agenda municipalista e presença territorial
O secretário destacou que a estratégia adotada pelo Governo da Bahia se baseia em uma agenda municipalista, com foco na descentralização das ações administrativas e na aproximação entre o Executivo estadual e as gestões locais. De acordo com Loyola, essa política permite maior agilidade na identificação de demandas e na execução de obras estruturantes.
Na avaliação do titular da Serin, a presença frequente do governador nos municípios fortalece o diálogo com prefeitos, lideranças comunitárias e a população em geral. Esse contato direto, segundo ele, tem sido determinante para orientar investimentos em infraestrutura, serviços públicos e programas sociais.
Loyola afirmou ainda que o governo tem buscado responder às críticas com trabalho contínuo, priorizando a entrega de obras e serviços como forma de prestar contas à sociedade, sem se concentrar em disputas retóricas com a oposição.
Trabalho, obras e discurso político
Ao comentar o cenário político, o secretário ressaltou que a resposta do governo às críticas não se dá por meio de confrontos verbais, mas pela execução de políticas públicas. Segundo ele, a gestão estadual tem adotado como estratégia central a materialização de compromissos assumidos durante o processo eleitoral.
Para Loyola, o desempenho administrativo será um fator decisivo no cenário político futuro. Ele avaliou que a combinação entre obras, presença nos municípios e atenção às demandas sociais tende a consolidar o apoio popular ao projeto governista.
Nesse contexto, o secretário afirmou que a atuação do governador, descrita por ele como determinada e orientada por resultados, tem potencial para influenciar diretamente o resultado eleitoral, inclusive com a possibilidade de definição já no primeiro turno.








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