Deputado Robinson Almeida lamenta morte de Zé Coió e destaca legado do jornalista para Feira de Santana

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), uma Moção de Pesar pela morte do jornalista, publicitário e empresário José Carlos Machado Pedreira, conhecido como Zé Coió, ocorrida no domingo, 31/05/2026, em Feira de Santana. Na homenagem, o parlamentar destacou a trajetória do comunicador como uma das mais marcantes da imprensa regional baiana e ressaltou sua contribuição para a comunicação, a cultura e a preservação da memória feirense.

Robinson Almeida presta homenagem a Zé Coió na ALBA

Na manifestação apresentada ao Legislativo estadual, Robinson Almeida afirmou que Feira de Santana perdeu uma das vozes mais autênticas da comunicação local. O deputado ressaltou que Zé Coió construiu uma trajetória associada ao registro do cotidiano urbano, à valorização de personagens populares e à preservação da memória da cidade.

Feira de Santana perde uma de suas vozes mais autênticas e emblemáticas. Zé Coió construiu uma trajetória de dedicação à comunicação, registrando o cotidiano da cidade, valorizando personagens populares e contribuindo para a preservação da memória feirense. Seu legado permanecerá vivo na história do jornalismo baiano”, afirmou Robinson Almeida.

A Moção de Pesar também registra solidariedade aos familiares, amigos, colegas de profissão e leitores que acompanharam a atuação do jornalista ao longo de décadas.

Trajetória na imprensa regional baiana

Fundador do tradicional Jornal Noite e Dia, Zé Coió tornou-se uma referência da imprensa do interior da Bahia. Antes de criar seu próprio veículo de comunicação, atuou no extinto Jornal Feira Hoje, publicação que marcou a história da imprensa feirense e integrou o ambiente jornalístico local em diferentes períodos da vida política, social e cultural do município.

Ao longo da carreira, o comunicador consolidou uma atuação caracterizada pela proximidade com a população e pela cobertura de temas ligados ao cotidiano de Feira de Santana. Sua presença na imprensa escrita contribuiu para registrar fatos, personagens e acontecimentos que formaram parte da memória pública da cidade.

Reconhecido pelo estilo irreverente, popular e conectado à realidade local, Zé Coió ocupou espaço próprio na comunicação feirense, especialmente por unir jornalismo, publicidade, circulação social e valorização de figuras tradicionais do município.

Atuação cultural e valorização da memória feirense

Na homenagem apresentada à ALBA, Robinson Almeida destacou que a contribuição de Zé Coió ultrapassou os limites da atividade jornalística. Além da atuação na imprensa escrita, o comunicador teve participação na vida cultural da cidade, promovendo eventos, homenagens e iniciativas voltadas à valorização de personalidades locais.

O jornalismo exercido por Zé Coió sempre esteve conectado à vida da cidade. Sua atuação ajudou a construir pontes entre comunicação, cultura e participação social, tornando-o uma figura respeitada por diferentes gerações de profissionais e leitores”, declarou o deputado.

Natural de São Gonçalo dos Campos, Zé Coió construiu sua trajetória pública em Feira de Santana, onde se tornou um dos nomes conhecidos da comunicação regional. Sua atuação ajudou a projetar personagens populares, eventos culturais e expressões da identidade feirense.

Legado para a comunicação de Feira de Santana

Ao concluir a manifestação, Robinson Almeida afirmou que a trajetória de Zé Coió permanecerá como referência para a imprensa regional baiana. Segundo o parlamentar, o comunicador deixou uma contribuição associada à defesa da memória local e ao fortalecimento da identidade cultural de Feira de Santana.

Seu compromisso com a comunicação e com a valorização da cultura de Feira de Santana deixa um legado que seguirá inspirando profissionais e fortalecendo a memória da Princesa”, concluiu Robinson Almeida.

A homenagem na Assembleia Legislativa da Bahia insere a trajetória de Zé Coió no reconhecimento institucional de nomes que contribuíram para a história da comunicação no interior baiano. O material fornecido não informa a causa da morte, a idade do jornalista nem detalhes sobre velório e sepultamento.


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