Prefeitos reforçam apoio ao governador Jerônimo e destacam obras durante plenárias do PGP na Bahia

Prefeitos de diferentes regiões da Bahia reforçaram, no fim de semana anterior a quarta-feira (03/06/2026), o apoio ao governador Jerônimo Rodrigues durante plenárias do Programa de Governo Participativo (PGP) realizadas em Paulo Afonso e Senhor do Bonfim. Nos encontros, gestores municipais citaram obras, investimentos em infraestrutura, educação, segurança pública, saúde, agricultura e a relação de diálogo com o Governo do Estado como fatores que sustentam a adesão ao projeto político liderado pelo governador, em articulação com lideranças estaduais e federais.

Plenárias do PGP mobilizam prefeitos em Paulo Afonso e Senhor do Bonfim

As plenárias do Programa de Governo Participativo reuniram lideranças políticas, gestores municipais e representantes regionais em dois polos estratégicos do interior baiano. A agenda foi apresentada como espaço de escuta, articulação institucional e avaliação de demandas locais, com ênfase na relação entre o Governo do Estado e os municípios.

Em Paulo Afonso, prefeitos relataram ações executadas em parceria com os governos estadual e federal. O prefeito de Sátiro Dias, Pedrito Cruz, afirmou que o município foi contemplado com obras em estradas, investimentos em infraestrutura e avanços na área da educação. Segundo ele, a cooperação administrativa tem produzido resultados concretos para a população.

O prefeito de Coronel João Sá, Carlinhos, também ressaltou o cumprimento de compromissos assumidos pelo governo estadual. Entre os exemplos citados, destacou a construção da BA-084, apresentada como uma obra de impacto regional e como sinal da continuidade dos investimentos públicos no interior.

Gestores destacam obras, infraestrutura e compromisso municipalista

Ainda durante a plenária em Paulo Afonso, o prefeito de Macururé, Bergue de Josias, reafirmou apoio ao projeto político conduzido por Jerônimo Rodrigues, com menções ao ministro Rui Costa, ao senador Jaques Wagner e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O gestor associou o grupo à continuidade de políticas voltadas ao desenvolvimento do estado e à melhoria das condições de vida da população.

Em Senhor do Bonfim, os depoimentos reforçaram o eixo municipalista da agenda. O prefeito de Jaguarari, Seu Antônio do Terço, afirmou que a gestão estadual não se limita à entrega de obras físicas. Para ele, a administração de Jerônimo Rodrigues também se expressa em “carinho, dedicação, organização, desenvolvimento e cultura”, sintetizando uma avaliação positiva sobre a presença do governo nos municípios.

O prefeito de Pindobaçu, Dr. Davi, enfatizou o componente social das políticas públicas estaduais. Segundo ele, a população mais carente tem sido tratada como prioridade nas ações e nos investimentos do governo, o que reforça a percepção de alinhamento entre as demandas municipais e a atuação estadual.

Educação, pavimentação e segurança pública aparecem entre os resultados citados

O prefeito de Mairi, Gustavo de Capeta, relacionou o apoio político ao governador a entregas e investimentos realizados no município. Entre as ações mencionadas, estão o novo Colégio Estadual de Tempo Integral, obras de pavimentação e investimentos em segurança pública. Para o gestor, o governador “prometeu e cumpriu”.

A referência à educação apareceu de forma recorrente nos depoimentos dos prefeitos. A implantação de unidades escolares de tempo integral, associada a melhorias na infraestrutura, foi apresentada como uma das marcas da atuação estadual nos municípios do interior.

Além da educação, os relatos apontaram investimentos em mobilidade, pavimentação, estradas, segurança pública e agricultura. Esses setores integram demandas permanentes de cidades do interior baiano, especialmente em regiões onde a infraestrutura viária, o acesso a serviços públicos e a dinamização econômica têm peso direto sobre a vida cotidiana da população.

Diálogo com prefeitos é apresentado como diferencial da gestão

O prefeito de Filadélfia, Dr. André, destacou o diálogo permanente com o Governo do Estado como um dos principais diferenciais da gestão. Segundo ele, investimentos em educação, saúde e agricultura consolidaram uma parceria administrativa com resultados concretos no município.

Para o gestor, políticas públicas eficientes dependem da escuta direta das comunidades e dos administradores locais. A avaliação reforça a ideia de que a atuação do Estado deve considerar as demandas apresentadas por quem acompanha de perto as necessidades da população.

A presença de prefeitos nas plenárias também tem dimensão política. Ao reunir gestores de diferentes regiões, o PGP funciona como instrumento de mobilização territorial, prestação de contas e construção de prioridades para o próximo ciclo administrativo.

Adolpho Loyola afirma que prefeitos reconhecem resultados da gestão

O secretário estadual de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, afirmou que os depoimentos dos prefeitos demonstram a confiança de gestores que acompanham de perto os resultados da administração estadual. Segundo ele, “ninguém troca o certo pelo duvidoso”.

Loyola disse que os prefeitos reconhecem em Jerônimo Rodrigues um governador que respeita os municípios e valoriza o papel dos gestores locais. O secretário contrapôs esse perfil ao que atribuiu ao pré-candidato da oposição, ACM Neto, afirmando que o adversário desprezaria os prefeitos e representaria interesses distintos dos defendidos pelo grupo governista.

O secretário também classificou o PGP como instrumento democrático de escuta da população. Segundo ele, a proposta é construir políticas públicas voltadas aos interesses do povo baiano, especialmente dos segmentos mais vulneráveis, em contraste com uma oposição que, na avaliação do governo, priorizaria os interesses dos setores mais ricos.

PGP combina escuta territorial, articulação política e disputa de narrativa

As plenárias do Programa de Governo Participativo cumprem dupla função na estratégia governista. De um lado, apresentam-se como mecanismo de escuta social e de formulação de políticas públicas. De outro, funcionam como espaço de reafirmação política, especialmente em um cenário de antecipação do debate eleitoral na Bahia.

A participação de prefeitos permite ao governo demonstrar capilaridade territorial e reforçar a imagem de uma gestão conectada aos municípios. No interior baiano, onde obras de infraestrutura, estradas, escolas, segurança e saúde têm grande peso político, o apoio de gestores locais continua sendo um ativo relevante para qualquer projeto estadual.

Ao mesmo tempo, os depoimentos indicam que a disputa política tende a se organizar em torno da comparação entre continuidade administrativa e mudança de comando. Nesse contexto, o governo busca apresentar obras e investimentos como argumento de estabilidade, enquanto a oposição tenta ocupar espaço com críticas à gestão estadual e promessa de alternativa política.


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Carlos Augusto, diretor do Jornal Grande Bahia.
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