Caso Faroeste: Sistema de Corrupção e Operações da PF e PGR

O Caso Faroeste compreende conjunto de investigações e processos judiciais  cuja finalidade é desmontar amplo esquema de corrupção e práticas ilegais no Sistema Judicial Estadual da Bahia. Ele tem início em 19 de novembro de 2019, quando a Polícia Federal deflagra a primeira fase da Operação Faroeste, contra desembargadores, magistrados de primeiro grau, membro do Ministério Público, servidores, advogados, empresários e políticos, por suspeita de venda de decisões judiciais, formação de quadrilha, grilagem de terras e lavagem de dinheiro. As investigações federais revelaram que essas práticas não se limitaram a uma região, estendendo-se a outras áreas e municípios da Bahia, e a outros estados da Região Centro-Oeste do país, com ramificações no Superior Tribunal de Justiça, em fatos que envolvem o caso da #PropinaNoApartamentoDosRusciolelliOperação Patronos, Caso Venditio Sententiae e a Operação Última Ratio. A parte ostensiva da investigação é conduzida pela PF, enquanto a investigação judicial é liderada pela Procuradoria-Geral da República e pelo Conselho Nacional de Justiça, com decisões administrativas do próprio CNJ e judiciais proferidas por ministros do STJ. O Caso Faroeste ilustra um notório exemplo de corrupção sistêmica no sistema judicial brasileiro, destacando a importância da transparência, colaboração premiada e responsabilização de envolvidos na busca por justiça e integridade institucional. O conjunto da investigações resultou no conceito teórico da existência do Sistema Faroeste de Corrupção no Judiciário.

Documentos referentes ao conflito fundiário ocorrido em Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia, envolvendo a antiga Fazenda São José.
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Desembargador do TJBA Salomão Resedá responde ao CNJ sobre anulação de registro de imóveis rurais de Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia; Providencias foram tomadas para regularizar conflito fundiário

Em resposta ao colegiado do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) — referente à medidas que objetivam a regularização do conflito fundiário envolvendo a antiga Fazenda São José, latifúndio rural com 366 mil hectares, situado nos

Páginas 1, 2 e 3 da decisão do Corregedor Nacional de Justiça determinando que o desembargador Gesivaldo Britto e as juízas Marivalda Moutinho e Eliene Oliveira apresentem resposta sobre a Reclamação Disciplinar, referente a atuação em processos judiciais decorrentes de conflito fundiário no Oeste da Bahia.
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Corregedor Nacional de Justiça determina prazo de 30 dias para que desembargador Gesivaldo Britto e as juízas Marivalda Moutinho e Eliene Oliveira apresentem informações sobre atuação em processos fundiários de Formosa do Rio Preto

Em decisão prolatada na terça-feira (21/05/2019) o ministro Humberto Martins, Corregedor Nacional de Justiça, determinou que no prazo de 30 dias o desembargador Gesivaldo Britto, presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) e as

Páginas 1, 2 e 3 do Despacho do desembargador Salomão Resedá em desfavor do delegatário Davidson Dias de Araújo.
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Desembargador Salomão Resedá alerta para possível violação da Lei por parte do delegatário Davidson Dias de Araújo ao criar óbice ao funcionamento do Cartório de Registro de Imóveis de Formosa do Rio Preto

O Jornal Grande Bahia (JGB) obteve nesta quinta-feira (15/05/2019) acesso ao Despacho proferido no domingo (12) pelo desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) Salomão Resedá, Corregedor das Comarcas do Interior. No documento, ele

Páginas 1, 9 e 10 da decisão judicial do desembargador Salomão Resedá sobre conflito fundiário em Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia, prolatada em 9 de maio de 2019.
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Conflito Fundiário: Desembargador Salomão Resedá identifica condutas de irregularidades procedimentais e funcionais na elaboração de escrituras de propriedades rurais de Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia

Com exclusividade, o Jornal Grande Bahia (JGB) obteve nesta quarta-feira (15/05/2019) acesso a decisão prolatada na quinta-feira (09) pelo desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) Salomão Resedá, Corregedor das Comarcas do Interior. No

Páginas 1, 5 e 6 da Reclamação Disciplinar interposta no CNJ contra o desembargador do TJBA Gesivaldo Britto e o assessor Antonio Roque.
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Reclamação Disciplinar protocolada no CNJ pede afastamento do desembargador Gesivaldo Britto e do assessor Antonio Roque; Caso envolve grilagem de terras em Formosa do Rio Preto

Com exclusividade, o Jornal Grande Bahia (JGB) obteve acesso a Reclamação Disciplinar interposta no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o desembargador Gesivaldo Nascimento Britto, presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) e o

Ministro Humberto Martins, Corregedor Nacional de Justiça.
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Ministro Humberto Martins determina que Corregedoria do TJBA apresente informações sobre suposto esquema de corrupção envolvendo servidores e magistrados; Caso envolve conflito fundiário em Formosa do Rio Preto

O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, determinou que a Corregedoria Geral da Justiça do Estado da Bahia se manifeste sobre fatos apresentados pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara

Conflito fundiário em Santa Rita de Cássia foi analisado durante a 288ª Sessão Ordinária do CNJ.
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Plenário do CNJ determina não cancelamento das matrículas imobiliárias da antiga Fazenda São José; Conflito Fundiário envolve terras de Santa Rita de Cássia e Formosa do Rio Preto

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) julgou procedentes dois recursos administrativos nos Pedidos de Providência 0007396-96.2016.2.00.0000 e 0007368-31.2016.2.00.0000, anulando a Portaria n. 105/2015 da Corregedoria das Comarcas do Interior da Bahia, do Tribunal de Justiça

Páginas 1 e 2 da decisão do desembargador Salomão Resedá afastando delegatários do Cartório de Imóveis de Formosa do Rio Preto.
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Conflito Fundiário: Desembargador Salomão Resedá determina suspensão de membros do Cartório de Registro de Imóveis de Formosa do Rio Preto; Magistrado identificou violações em procedimentos

Em decisão prolatada no domingo (28/04/2019), o desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) Salomão Resedá, Corregedor das Comarcas do Interior, determinou a suspensão por 90 dias de Davidson Dias de Araújo, delegatário do

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