Em discurso proferido nesta quarta-feira (22/02/2017) no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), o deputado Targino Machado (PPS) criticou o julgamento do processo administrativo disciplinar, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na terça-feira (21), em que configuram como requeridos os ex-presidentes do Tribunal de Justiça da Bahia desembargadores Mario Alberto Simões Hirs e Telma Laura Silva Britto. Na avaliação do parlamentar, as penas requisitadas pelo relator Arnaldo Hossepian se configuram como um prêmio à impunidade dos magistrados e um castigo contra a população brasileira.
— Bandido é bandido. Não interessa a profissão, o cargo, nível social. Volto a falar sobre o caso de Mário Hirs e Telma Brito, desembargadores baianos investigados por suspeita de inflar em R$ 448 milhões valores de precatórios. Como são juízes, vão receber o prêmio de ficar de férias e, daqui a dois anos, podem voltar ao Tribunal de Justiça. Isso é punição? O prejuízo que esses dois deram ao erário é impagável! — Afirmou Targino Machado.
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Tribunal de Justiça da Bahia é suspeito de pagar indevidamente R$ 448 milhões em precatórios










