Zona Azul de Feira de Santana: Governo Ronaldo conclui leilão na B3 e Consórcio ZAD vence concessão de R$ 134,7 milhões

A Prefeitura de Feira de Santana, sob a liderança do prefeito José Ronaldo,  concluiu, na terça-feira (04/08/2026), na sede da B3 — Brasil, Bolsa, Balcão, em São Paulo, o leilão da concessão do sistema municipal de estacionamento rotativo pago, conhecido como Zona Azul. O Consórcio ZAD Feira de Santana venceu o certame ao oferecer uma outorga variável correspondente a 36,19% da receita bruta mensal do serviço. O contrato terá duração de 20 anos, valor estimado em R$ 134,7 milhões e abrangerá aproximadamente 6,4 mil vagas, com implantação de plataformas digitais, fiscalização eletrônica, novos meios de pagamento e modernização da sinalização urbana.

O projeto alcança a segunda maior cidade da Bahia em população e um dos principais centros comerciais e de serviços do interior do Nordeste. A elevada circulação diária de veículos, especialmente na região central, transforma a disponibilidade e a rotatividade das vagas públicas em um dos principais desafios da mobilidade urbana local.

A concessão transfere à iniciativa privada a execução operacional e comercial do estacionamento rotativo, mas mantém com a administração municipal as funções de regulação, fiscalização, auditoria e controle do contrato. A implantação efetiva dependerá da apresentação do projeto executivo, da aprovação técnica da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT), da formalização contratual e da emissão da ordem de serviço.

Consórcio ZAD apresentou a proposta vencedora

O Consórcio ZAD Feira de Santana é formado pelas empresas Primeira Estacionamentos Ltda., EYSA Estacionamentos e Serviços Unipessoal Ltda. e MOB Parking Ltda.. A proposta apresentada durante o leilão foi intermediada pela corretora RJI, responsável pela representação do grupo na sessão realizada na B3.

A RJI, portanto, não integra formalmente o consórcio encarregado da futura operação da Zona Azul. Sua participação ocorreu na condição de corretora credenciada para atuar no procedimento comercial realizado na bolsa de valores.

O edital estabelecia uma outorga variável mínima de 25% da receita bruta mensal obtida com a exploração do sistema. O consórcio vencedor ofereceu 36,19%, resultado 11,19 pontos percentuais acima do piso previsto na licitação.

A outorga representa a parcela da arrecadação do estacionamento rotativo que deverá ser transferida mensalmente pela concessionária ao Município. O valor efetivo dependerá da ocupação das vagas, do tempo de permanência dos veículos, das tarifas aplicadas e da arrecadação total da operação.

Apesar do percentual superior ao mínimo exigido, o certame recebeu apenas uma proposta comercial válida. A ausência de concorrentes impediu uma disputa direta entre diferentes grupos econômicos durante a sessão, embora a oferta apresentada tenha atendido às condições estabelecidas no edital.

O resultado foi declarado após a análise dos documentos técnicos, administrativos e financeiros previstos na Concorrência Pública nº 61-2024-CP, procedimento destinado à implantação, exploração, operação, manutenção e gerenciamento do estacionamento rotativo municipal.

Concessão terá vigência de 20 anos

O Consórcio ZAD ficará responsável pela operação da Zona Azul durante 20 anos. Entre as obrigações previstas estão a implantação da infraestrutura, manutenção dos equipamentos, atualização tecnológica, administração dos meios de pagamento, sinalização das vagas e atendimento aos usuários.

O valor estimado em R$ 134,7 milhões reúne os investimentos e custos operacionais projetados durante todo o período contratual. O montante não corresponde a um pagamento imediato aos cofres municipais nem exclusivamente a um investimento inicial realizado pela concessionária.

A projeção engloba despesas com equipamentos, plataformas tecnológicas, dispositivos de fiscalização, sinalização horizontal e vertical, equipes de atendimento, manutenção operacional, sistemas de segurança e atualização da infraestrutura ao longo da concessão.

O contrato abrangerá aproximadamente 6,4 mil vagas rotativas distribuídas principalmente nas áreas de maior concentração comercial, administrativa e de serviços. A região central deverá concentrar a maior parte da operação devido ao volume de veículos e à elevada procura por estacionamento.

A administração municipal sustenta que o modelo poderá ampliar a circulação de veículos entre as vagas disponíveis, reduzir a ocupação prolongada dos espaços públicos e melhorar o acesso dos consumidores ao comércio e aos serviços.

O resultado dependerá, entretanto, da distribuição territorial das vagas, da clareza da sinalização, da facilidade de pagamento, da qualidade do atendimento e da capacidade do Município de fiscalizar o cumprimento das obrigações contratuais.

Contrato será administrado pela concessionária sob fiscalização da SMT

A administração operacional do contrato ficará a cargo do Consórcio ZAD Feira de Santana, responsável pela implantação, exploração econômica, operação, manutenção e modernização do sistema durante os 20 anos da concessão. Entre as atribuições estão a instalação e conservação da sinalização, o funcionamento das plataformas digitais, a gestão dos meios de pagamento, o controle da ocupação das vagas, a manutenção dos equipamentos, o atendimento aos usuários e a prestação periódica de informações ao poder público municipal.

Embora a execução cotidiana seja transferida à iniciativa privada, a Prefeitura de Feira de Santana permanecerá como poder concedente e responsável pela administração pública, regulação e fiscalização do contrato. O acompanhamento deverá ser exercido principalmente pela Superintendência Municipal de Trânsito, que terá a atribuição de verificar o cumprimento dos prazos, investimentos, metas de desempenho, padrões de atendimento, manutenção dos equipamentos e demais obrigações estabelecidas no edital e no instrumento contratual.

Em caso de descumprimento das condições estabelecidas, o Município poderá exigir medidas corretivas e aplicar as penalidades administrativas previstas no contrato. A fiscalização deverá alcançar tanto a qualidade do serviço quanto a regularidade financeira da operação.

A SMT também deverá realizar a auditoria da arrecadação, acompanhar os registros eletrônicos das operações e conferir o cálculo da outorga variável de 36,19% da receita bruta mensal. A concessionária deverá manter mecanismos que permitam ao Município acessar informações sobre pagamentos, utilização das vagas, receitas, reclamações, falhas operacionais e indicadores de desempenho.

O contrato deverá ser administrado por meio de registros e sistemas digitais, permitindo que a Prefeitura confronte a receita declarada pela concessionária com a ocupação efetiva das vagas. O modelo busca ampliar o controle público sobre a movimentação financeira do serviço e reduzir divergências na apuração dos valores devidos ao Município.

A gestão também deverá observar a proteção das informações vinculadas às placas dos veículos e aos pagamentos realizados pelos usuários. A concessionária terá de manter canais de atendimento para esclarecimentos, reclamações, contestação de cobranças e comunicação de problemas operacionais.

Divisão das responsabilidades

Na prática, a administração da concessão será dividida entre duas estruturas. O Consórcio ZAD ficará encarregado da execução comercial e operacional do estacionamento rotativo, enquanto a Prefeitura e a SMT exercerão as funções de poder concedente, regulação, auditoria, fiscalização e controle contratual.

A concessionária deverá disponibilizar pessoal, equipamentos de fiscalização, sistemas de leitura de placas, aplicativos, pontos alternativos de pagamento e estrutura de atendimento. Os custos dessas atividades estão incluídos na estimativa de R$ 134,7 milhões em investimentos e despesas operacionais ao longo da concessão.

A fiscalização administrativa e regulatória continuará sob responsabilidade do Município. A transferência da operação à iniciativa privada não retira da Prefeitura a autoridade sobre as regras do sistema, a aplicação das tarifas, a análise dos indicadores e a apuração de eventuais descumprimentos contratuais.

A B3 não participará da administração permanente da Zona Azul. A instituição foi responsável pela recepção das propostas e pela realização da etapa comercial do leilão em São Paulo.

Depois da homologação e da assinatura do contrato, a relação administrativa ocorrerá diretamente entre o Município de Feira de Santana e a concessionária. Caberá à Prefeitura acompanhar a execução do objeto contratado e verificar se os investimentos, equipamentos e serviços apresentados correspondem às exigências do edital.

Antes do início da operação, o consórcio deverá apresentar o projeto executivo, detalhando o cronograma, os equipamentos, os sistemas tecnológicos, a sinalização, o atendimento e a implantação das vagas. O documento será analisado pela SMT, e a entrada em funcionamento dependerá da aprovação técnica, da assinatura contratual e da emissão da ordem de serviço.

Arrecadação municipal deverá ser aplicada no trânsito

A parcela da arrecadação destinada à Prefeitura deverá ser aplicada em ações relacionadas ao trânsito e à mobilidade urbana, conforme informações divulgadas pela administração municipal durante a preparação da concessão.

Os recursos poderão financiar projetos de sinalização, segurança viária, fiscalização, educação para o trânsito e modernização de ruas e avenidas. A utilização dos valores deverá ser registrada nas contas públicas municipais e permanecer submetida aos mecanismos de controle administrativo, financeiro e institucional.

O aumento da outorga de 25% para 36,19% amplia, em termos percentuais, a participação do Município na receita bruta do sistema. O impacto financeiro concreto, entretanto, somente poderá ser conhecido após o início da operação e a divulgação dos primeiros relatórios de arrecadação.

A Prefeitura deverá acompanhar a quantidade de vagas ativadas, o índice de ocupação, o volume de pagamentos, os períodos de maior movimento e as receitas obtidas pela concessionária. Esses dados serão necessários para conferir os valores transferidos ao poder público.

A transparência contratual também dependerá da publicação regular de informações sobre arrecadação, despesas, investimentos, falhas operacionais, reclamações e desempenho da concessionária.

O acompanhamento público desses indicadores será especialmente relevante devido à duração do contrato e ao uso econômico de espaços pertencentes ao Município.

Sistema terá aplicativos, leitura de placas e pagamentos digitais

A concessão prevê a implantação de plataformas digitais, aplicativos, meios eletrônicos de pagamento, sistemas de monitoramento e ferramentas de controle operacional.

O tempo adquirido deverá ser vinculado à placa do veículo, reduzindo a dependência de comprovantes impressos e permitindo que a regularidade do estacionamento seja verificada eletronicamente.

A fiscalização poderá utilizar equipamentos móveis e sistemas de leitura automática de placas. As ferramentas deverão registrar a ocupação das vagas, os pagamentos realizados, o período de permanência e eventuais irregularidades.

O sistema também deverá oferecer alternativas aos usuários que não possuam smartphones, acesso contínuo à internet ou meios bancários digitais. A existência de pontos físicos de atendimento e venda de créditos será necessária para garantir acesso amplo ao serviço.

A modernização tecnológica não elimina a obrigação de assegurar meios acessíveis de pagamento, atendimento presencial e informações claras sobre tarifas, horários e regras de utilização.

A concessionária deverá manter suporte operacional aos motoristas e mecanismos para solucionar falhas de aplicativos, pagamentos não reconhecidos e divergências entre os registros eletrônicos e a fiscalização.

Decreto regulamentou tarifas e horários em maio de 2026

A base normativa mais recente da Zona Azul foi estabelecida pelo Decreto Municipal nº 14.489, de 05/05/2026, publicado no Diário Oficial Eletrônico do Município em 06/05/2026.

O ato regulamentou o Sistema de Estacionamento Rotativo Controlado de Feira de Santana e autorizou sua operação direta pela SMT ou por concessionária escolhida mediante licitação.

A regulamentação fixou tarifa de R$ 2,50 por hora para automóveis e de R$ 1 por hora para motocicletas, com possibilidade de cobrança proporcional e adoção de período mínimo de utilização.

O tempo máximo previsto para permanência na mesma vaga é de duas horas. Depois desse período, o veículo deverá ser retirado para permitir a utilização do espaço por outro motorista.

O funcionamento regulamentado ocorrerá de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos sábados, das 8h às 13h. Aos domingos e feriados, a cobrança não será realizada, salvo eventual regulamentação específica.

As regras constituem os parâmetros divulgados pelo Município, mas o início da cobrança dependerá da conclusão das etapas administrativas, da implantação da sinalização e da comunicação oficial aos usuários.

Até 05/08/2026, a Prefeitura não havia anunciado uma data definitiva para o início da operação comercial ou da cobrança nas vagas.

Prefeitura espera ampliar acesso ao comércio

A principal justificativa apresentada pela administração municipal para a implantação da Zona Azul é aumentar a disponibilidade de vagas nas áreas onde veículos permanecem estacionados por longos períodos.

Ao estabelecer cobrança e limite de permanência, o sistema pretende permitir que uma mesma vaga seja utilizada por diferentes motoristas ao longo do dia, ampliando a rotatividade nos corredores comerciais.

A medida poderá afetar diretamente consumidores, trabalhadores, comerciantes, prestadores de serviço, pacientes e moradores que circulam pelo centro da cidade.

A efetividade da concessão dependerá da organização das vagas, da fiscalização equilibrada, da facilidade dos meios de pagamento e da existência de canais capazes de solucionar problemas apresentados pelos usuários.

Durante a cerimônia realizada na B3, o prefeito José Ronaldo de Carvalho classificou a concessão como uma etapa de modernização da mobilidade urbana e de atração de investimentos privados.

“Feira de Santana está dando um passo histórico para a mobilidade urbana. Estamos atraindo investimento privado de peso para modernizar um serviço essencial para quem vive e trabalha na nossa cidade, com transparência e responsabilidade fiscal. Isso é a prova de que Feira segue como uma das cidades mais atrativas do interior do Brasil para quem quer investir com segurança.”

O prefeito participou do ato simbólico de batida do martelo que encerrou a sessão. Também acompanharam o procedimento representantes da administração municipal, integrantes da comissão de licitação e membros da equipe técnica responsável pela estruturação da concessão.

Zona Azul foi o segundo projeto municipal realizado na B3 em 2026

A concessão da Zona Azul foi o segundo projeto da Prefeitura de Feira de Santana realizado na B3 em 2026.

Em 15/05/2026, a bolsa sediou o leilão da parceria público-privada destinada à construção do novo Hospital Municipal e à prestação dos serviços não assistenciais da unidade.

Naquele certame, o Consórcio Saúde Feira de Santana venceu com proposta de contraprestação mensal de R$ 6,2 milhões, deságio de 19,8% e contrato estimado em aproximadamente R$ 1,88 bilhão durante 22 anos.

A utilização da estrutura da B3 nos dois projetos integra uma estratégia municipal de conduzir concessões e parcerias de longo prazo em ambiente institucional voltado à recepção, abertura e classificação de propostas.

A B3 atua na organização de leilões de concessões, privatizações e parcerias público-privadas promovidos por governos municipais, estaduais e federal.

Nos projetos de Feira de Santana, a instituição recebeu as propostas e sediou as etapas comerciais, enquanto a responsabilidade pela licitação, contratação e fiscalização permanece com o Município.

Processo iniciado em 2024 passou por ajustes

A concorrência destinada à concessão da Zona Azul foi iniciada em 2024, por meio da Concorrência Pública nº 61-2024-CP.

O objeto previa a contratação, em regime de concessão comum onerosa, de empresa ou consórcio responsável pela implantação e gestão do estacionamento rotativo.

Segundo informações apresentadas pela Prefeitura, o procedimento enfrentou questionamentos e precisou passar por ajustes no edital e nos documentos técnicos.

Após a revisão, a administração municipal retomou o processo e encaminhou a modelagem para a realização da etapa comercial na B3.

Em 05/05/2026, o prefeito José Ronaldo assinou o decreto que regulamentou o funcionamento do estacionamento rotativo. No mesmo mês, o Município anunciou a retomada do cronograma da licitação.

A conclusão do leilão em 04/08/2026 encerrou a etapa comercial, mas abriu uma nova fase de análise documental, preparação operacional e fiscalização da implantação.

Consórcio terá sete dias úteis para apresentar projeto executivo

Após a declaração do resultado, o Consórcio ZAD terá sete dias úteis para apresentar o projeto executivo da Zona Azul.

O documento deverá detalhar a implantação dos equipamentos, os sistemas digitais, a sinalização, a estrutura de atendimento, os meios de pagamento e o cronograma de ativação das vagas.

A proposta será analisada pela Superintendência Municipal de Trânsito, que deverá verificar sua conformidade com o edital, o decreto regulamentador e as especificações técnicas da concessão.

Somente após a aprovação documental e o cumprimento das demais exigências administrativas poderá ser autorizada a implantação efetiva do sistema.

A Prefeitura trabalha com a expectativa de iniciar a execução ainda em 2026, mas não divulgou data definitiva para o início da operação ou da cobrança.

O cronograma dependerá da aprovação do projeto executivo, da formalização contratual, da emissão da ordem de serviço, da instalação dos equipamentos e da conclusão da sinalização.

Linha do tempo da concessão da Zona Azul

  • 2024: a Prefeitura inicia a Concorrência Pública nº 61-2024-CP para conceder a implantação, operação e manutenção do estacionamento rotativo.
  • 05/05/2026: o prefeito José Ronaldo assina o Decreto Municipal nº 14.489, regulamentando o Sistema de Estacionamento Rotativo Controlado.
  • 06/05/2026: o decreto é publicado no Diário Oficial Eletrônico do Município.
  • 15/05/2026: a Prefeitura realiza na B3 o leilão da parceria público-privada do Hospital Municipal, primeiro projeto municipal do ano conduzido na bolsa.
  • Maio de 2026: a administração anuncia a retomada do processo de concessão da Zona Azul e a definição do cronograma da licitação.
  • Julho de 2026: ocorre a entrega da documentação e das propostas das empresas interessadas na sede da B3.
  • 04/08/2026: o Consórcio ZAD apresenta proposta com outorga variável de 36,19% e é declarado vencedor do leilão.
  • Agosto de 2026: começa a fase destinada à apresentação e análise do projeto executivo, com prazo inicial de sete dias úteis para o consórcio vencedor.
  • Ainda em 2026: a Prefeitura pretende iniciar a implantação, condicionada ao cumprimento das exigências técnicas, administrativas e contratuais.

A conclusão do leilão transfere ao Consórcio ZAD uma função urbana sensível, relacionada ao uso econômico de espaços públicos e à circulação em uma das regiões mais movimentadas de Feira de Santana. A outorga de 36,19% supera o piso previsto no edital e amplia a participação municipal na receita, mas a apresentação de uma única proposta reduziu a possibilidade de comparação entre diferentes soluções técnicas, condições econômicas e modelos operacionais.

O principal desafio será a fiscalização de um contrato com duração de 20 anos. A transparência deverá abranger os investimentos realizados, o número de vagas ativadas, a arrecadação mensal, o cálculo da outorga, os indicadores de desempenho, as reclamações dos usuários, a proteção dos dados dos veículos e a aplicação dos recursos recebidos pelo Município. A atuação permanente da SMT será determinante para impedir que a transferência da operação resulte em perda de controle público sobre o serviço.

O resultado de 04/08/2026 encerra a etapa comercial, mas não representa o início imediato da cobrança. A implantação dependerá do projeto executivo, da avaliação da SMT, da formalização contratual e da instalação da infraestrutura. O interesse público será atendido se a concessão produzir rotatividade efetiva, meios acessíveis de pagamento, sinalização adequada, fiscalização proporcional e prestação pública de contas durante toda a execução contratual.


Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)

Subscribe to get the latest posts sent to your email.




Deixe um comentário

Banner de Carlos Augusto, diretor do Jornal Grande Bahia.
O Jornal Grande Bahia completa 19 anos de atuação contínua no ambiente digital, consolidando-se como referência do jornalismo independente na Bahia. Fundado em 2007, o veículo construiu uma trajetória marcada por rigor editorial, pluralidade temática e compromisso com a informação pública, aliando tradição jornalística, inovação tecnológica e participação qualificada no debate democrático.
Banner da Jads Foto.
Banner de Lula Fotografia.
Banner da RFI.
Banner com tema Assine o JGB no Google.

Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading