Vereador critica abandono nos residenciais do programa Minha Casa Minha Vida de Feira de Santana

Roberto Tourinho: a Secretaria de Habitação juntamente com a Caixa deveriam assegurar uma forma destes imóveis serem ocupados pelas pessoas que estão ao relento, sem ter onde morar.
Roberto Tourinho: a Secretaria de Habitação juntamente com a Caixa deveriam assegurar uma forma destes imóveis serem ocupados pelas pessoas que estão ao relento, sem ter onde morar.

Na sessão ordinária desta segunda-feira (22/04/2019), na Câmara Municipal de Feira de Santana, o vereador Roberto Tourinho (PV) falou sobre os problemas enfrentados nos residenciais do Minha Casa Minha Vida.

Ele disse que, na semana passada, fez uma visita ao Residencial Alto do Rosário e a rua Itatiaia, que dá acesso ao local, está com 50 metros do paralelepípedo danificado facilitando ação de marginais. “As pessoas precisam reduzir para passar e nesta hora bandidos aproveitam para atacar”, explicou.

Segundo o vereador, a rua, única que liga o bairro Mangabeira ao Santo Antônio dos Prazeres passou cinco meses interditada para obra e poucas semanas após ser liberada apresentou problema.

“A Prefeitura lançou um novo pacote de obras com muitas ruas que foram de pacotes passados. Enquanto isto, foi abandonada a única rua que dá acesso ao Alto do Rosário que tem 1.624 famílias, além de 300 casas do Conder e outras unidades como o residencial Santa Barbara, a Lagoa das Pedras e o Loteamento Parque São José. A rua Itatiaia foi completamente esquecida. Mas se fosse de um bairro nobre o problema já teria sido resolvido”, explicou.

Tourinho acrescentou que viu várias casas abandonadas e depredadas no local. “A Secretaria de Habitação juntamente com a Caixa deveriam assegurar uma forma destes imóveis serem ocupados pelas pessoas que estão ao relento, sem ter onde morar”, sugeriu.

O parlamentar também informou que vários moradores estão protocolando a devolução de casas do residencial Vida Nova Aviário I, devido a insegurança. “Não querem morar lá pelos casos de prostituição, drogas, vendas de substâncias ilícitas”, disse.

Ele concluiu reclamando da falta de capinação no residencial Parque dos Coqueiros. “O mato está tomando conta de tudo. A última vez que foi realizado o serviço de capinação foi há seis meses”, queixou-se.


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